sábado, 15 de fevereiro de 2014

O tempo e a palmada!!

Acabo de ver um vídeo triste, postado no facebook. A cena é a de uma mãe em fúria, tentando "educar" o filho pequeno na base do grito e chinelada. O vídeo é forte e me colocou para pensar sobre qual a forma correta de colocar limite, de educar e de ensinar o que é certo e o que é errado aos nossos filhos??
Muitas vezes eu perco a paciência em falar dez vezes a mesma coisa, que o meu filho por exemplo não pode/deve se jogar no chão para conseguir o que quer, isso é algo que me tira do sério...
Por outro lado, a criança pequena esta testando todos os limites, inclusive a paciência dos pais para saber o que pode ou não.
Aqui em casa, tento mudar o foco quando percebo que a intenção de Gabriel naquela situação é testar o meu extremo, prefiro mostrar algo diferente do que ele estava querendo e pronto, num piscar de olhos ele esquece a "birra" que estava prestes a cometer.
Já apliquei algumas vezes o "castigo" para pensar no que fez, funcionou bem em algumas situações, em outras nem tanto.
Uma coisa é certa e me convenço disso cada vez mais, a melhor forma de educar uma criança é com muito amor, uma boa conversa e tempo...
Tenha tempo para seus filhos, isso é fundamental para uma boa educação!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Dormindo sozinho...

Gabriel tem exatos 2 anos, 9 meses e 15 dias. Pois bem, perto de completar 3 anos, decidimos (mais Diogo do que eu) que era chegado o momento dele aprender a dormir, sem que eu, o pai ou a babá precisasse ficar do lado dele esperando ele adormecer. Amanhã faz uma semana que ele aceitou o desafio do pai e dormiu sozinho... Fico me perguntando se não é cedo para isso? Se ele ainda precisa de mim ali, do ladinho dele... E ele, sempre me surpreende com uma segurança e maturidade incrível.
Hoje não foi diferente. Cheguei do trabalho, joguei bola, brinquei de comer de mentira, de comer de verdade, vi um pouco de pocoyo e escutei todas as histórias do dia e novidades (hoje ele começou a ter aula de música, mas isso eu conto em outro post).
Pouco depois das 21h, o pai disse que estava na hora de dormir. Ele pediu para fazer o próprio leite (ele adora fazer o "gagau") e foi para o quarto com aquela ideia de colocar ele para dormir (difícil aceitar que ele cresce tão rápido). Segue o diálogo:

Eu: filho, a mamãe te ama, ta?
Ele: ta, mãe! Eu também te amo, mamãe!
Eu: você vai assistir blue, filho? (me referindo ao filme Rio, que ele adora!)
Ele: vou mãe!
Eu: boa noite! Te amo! (E antes que eu me sentasse do lado dele...)
Ele: mãe, não senta aí que eu vou dormir sozinho, tá?!

Saí do quarto com a certeza que ele tá crescendo muito rápido, mas que cada dia me enche de orgulho!

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Dois anos depois...

Resolvi retomar esse espaço!
Buscando algo para escrever em um novo blog, li um pouco esse aqui e vi o quanto é legal depois de um tempo você ter acesso ao que aconteceu tempos atrás... vou tentar voltar aqui para escrever ao menos uma vez por semana e quem sabe assim, lá em 2045, Gabriel possa ter acesso ao que acontecia nesse nosso mundinho aqui!!

O tema de hoje vai ser: Como continuar o trabalho após um apelo de um pequeno de férias?

Eu: Oi filho, tudo bem?
Ele: Oi, mamãe. Tudo bem!
Eu: Brincou muito hoje?
Ele: foi mãe!
Eu: Queres ir dar um passeio na praça com Ailza (a babá) e ir no pula-pula de lá?
Ele: Quero não, mãe. Quero que tu venha na nossa casa para me dar um abraço e fazer carneirinho em mim!!
Eu: Mas filho, a mamãe está no trabalho e não consegue ir agora. Quando eu chegar a noite, eu brinco com você. Vá passear com Ailza!
Ele: Não mamãe, quero tu venha aqui em casa me dar abraço e fazer carneirinho... entra na porta agora, mamãe. Beijo, xau!!

Correu para a porta e pediu para a babá abrir que a mamãe estava chegando...

Eu, do outro lado da linha, distante 10km, quase morrendo... desligo o telefone, um pouco desconcertada, volto o olhar perdido para o computador e continuo o trabalho, com uma dor no peito, é bem verdade...