Gabriel tem exatos 2 anos, 9 meses e 15 dias. Pois bem, perto de completar 3 anos, decidimos (mais Diogo do que eu) que era chegado o momento dele aprender a dormir, sem que eu, o pai ou a babá precisasse ficar do lado dele esperando ele adormecer. Amanhã faz uma semana que ele aceitou o desafio do pai e dormiu sozinho... Fico me perguntando se não é cedo para isso? Se ele ainda precisa de mim ali, do ladinho dele... E ele, sempre me surpreende com uma segurança e maturidade incrível.
Hoje não foi diferente. Cheguei do trabalho, joguei bola, brinquei de comer de mentira, de comer de verdade, vi um pouco de pocoyo e escutei todas as histórias do dia e novidades (hoje ele começou a ter aula de música, mas isso eu conto em outro post).
Pouco depois das 21h, o pai disse que estava na hora de dormir. Ele pediu para fazer o próprio leite (ele adora fazer o "gagau") e foi para o quarto com aquela ideia de colocar ele para dormir (difícil aceitar que ele cresce tão rápido). Segue o diálogo:
Eu: filho, a mamãe te ama, ta?
Ele: ta, mãe! Eu também te amo, mamãe!
Eu: você vai assistir blue, filho? (me referindo ao filme Rio, que ele adora!)
Ele: vou mãe!
Eu: boa noite! Te amo! (E antes que eu me sentasse do lado dele...)
Ele: mãe, não senta aí que eu vou dormir sozinho, tá?!
Saí do quarto com a certeza que ele tá crescendo muito rápido, mas que cada dia me enche de orgulho!
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Dois anos depois...
Resolvi retomar esse espaço!
Buscando algo para escrever em um novo blog, li um pouco esse aqui e vi o quanto é legal depois de um tempo você ter acesso ao que aconteceu tempos atrás... vou tentar voltar aqui para escrever ao menos uma vez por semana e quem sabe assim, lá em 2045, Gabriel possa ter acesso ao que acontecia nesse nosso mundinho aqui!!
O tema de hoje vai ser: Como continuar o trabalho após um apelo de um pequeno de férias?
Eu: Oi filho, tudo bem?
Ele: Oi, mamãe. Tudo bem!
Eu: Brincou muito hoje?
Ele: foi mãe!
Eu: Queres ir dar um passeio na praça com Ailza (a babá) e ir no pula-pula de lá?
Ele: Quero não, mãe. Quero que tu venha na nossa casa para me dar um abraço e fazer carneirinho em mim!!
Eu: Mas filho, a mamãe está no trabalho e não consegue ir agora. Quando eu chegar a noite, eu brinco com você. Vá passear com Ailza!
Ele: Não mamãe, quero tu venha aqui em casa me dar abraço e fazer carneirinho... entra na porta agora, mamãe. Beijo, xau!!
Correu para a porta e pediu para a babá abrir que a mamãe estava chegando...
Eu, do outro lado da linha, distante 10km, quase morrendo... desligo o telefone, um pouco desconcertada, volto o olhar perdido para o computador e continuo o trabalho, com uma dor no peito, é bem verdade...
Buscando algo para escrever em um novo blog, li um pouco esse aqui e vi o quanto é legal depois de um tempo você ter acesso ao que aconteceu tempos atrás... vou tentar voltar aqui para escrever ao menos uma vez por semana e quem sabe assim, lá em 2045, Gabriel possa ter acesso ao que acontecia nesse nosso mundinho aqui!!
O tema de hoje vai ser: Como continuar o trabalho após um apelo de um pequeno de férias?
Eu: Oi filho, tudo bem?
Ele: Oi, mamãe. Tudo bem!
Eu: Brincou muito hoje?
Ele: foi mãe!
Eu: Queres ir dar um passeio na praça com Ailza (a babá) e ir no pula-pula de lá?
Ele: Quero não, mãe. Quero que tu venha na nossa casa para me dar um abraço e fazer carneirinho em mim!!
Eu: Mas filho, a mamãe está no trabalho e não consegue ir agora. Quando eu chegar a noite, eu brinco com você. Vá passear com Ailza!
Ele: Não mamãe, quero tu venha aqui em casa me dar abraço e fazer carneirinho... entra na porta agora, mamãe. Beijo, xau!!
Correu para a porta e pediu para a babá abrir que a mamãe estava chegando...
Eu, do outro lado da linha, distante 10km, quase morrendo... desligo o telefone, um pouco desconcertada, volto o olhar perdido para o computador e continuo o trabalho, com uma dor no peito, é bem verdade...
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